ONG REALIZA 14ª QUEIMADA GAY EM ANANINDEUA

Posted in Cidadania, Tentando ser útil with tags , , , on 29/05/2016 by Kyub

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Por Fernanda Palheta

 

As equipes Canudos, Cabanagem, Pedreira, Aurá e Guamá estiveram na disputa. Entre as atrações, foram recebidos a banda Estrela do Melody, Junior Batidão, a drag queen Luana Casteli e o DJ Michel Bonorinho

 

Com o tema “Votando contra a homofobia e o preconceito; a favor da diversidade” a organização não governamental (ONG) “O Sol Nasce para Todos” realizou nesta última quinta-feira (26) a 14ª Queimada Gay na praça da Cidade Nova VI, em Ananindeua. O evento, que esteve sob a coordenação do diretor Sergino Bezerra e o vice Ronaldo Amaral, contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Ananindeua (PMA), Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Juventude (Secelj) e o 6ª Batalhão da Polícia Militar (BPM).

O diretor Sergino Bezerra conta que, em uma brincadeira despretensiosa, hoje a Queimada Gay é sinônimo de tradição.

“Começamos primeiro com times locais, depois fomos expandindo para times de outros bairros. Hoje você vê gente de Belém, Ananindeua e Icoaraci juntos. Agora temos o apoio da Prefeitura, da Secelj e da Polícia, toda uma infraestrutura”.

Além de ações sociais de conscientização para a comunidade e auxílio com a retirada de documentos, a ONG também se faz presente no bloco “Botinho Rosa”, em época de carnaval.

 

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Para fazer parte da queimada são necessárias 12 pessoas para compor um time que represente um bairro. Uma vez com o time organizado, a inscrição deve ser feita no dia do evento dentro de um horário estabelecido – nesse último o período foi até às 14h30. Apesar de ser voltado para a comunidade LGBT, os coordenadores destacam que todos podem participar. Ambos primeiro e segundo lugares recebem uma pequena quantia em dinheiro e um troféu.

 

Vamos faturar!

O evento beneficia, principalmente, os comerciantes e vendedores ambulantes que, além de aproveitar para vender seu peixe, têm a oportunidade de se divertir com as músicas e as disputas acirradíssimas oferecidas pelas equipes inscritas.

A comerciante Lene Rodrigues (36) tem seu espaço garantido há mais de 18 anos na praça da Cidade Nova VI e há 13 anos ela se faz presente no evento da Queimada Gay. Para ela, o evento é maravilhoso, principalmente pelo bom retorno financeiro.

No entanto, há quem pense que o mar não está sempre para peixes. É o que acredita o comerciante e morador do Icuí, Josias Gonçalves (28).

“Já participei de muitos eventos com a temática LGBT e é sempre muito agradável. Ele me dá um bom retorno, apesar das brigas das pessoas de fora que, geralmente, estão bêbadas”. Sobre as vendas, ele acrescenta, “o movimento de vendedores foi fraco nos outros dois anos que vim aqui. Acho que esse pode ser melhor”.

E ainda tem aqueles que, apesar de ter seu espaço na praça, prestigia o evento pela primeira vez, como é o caso da comerciante Katia Maria (44) que trabalha há cinco anos no local, mas durante a Queimada Gay quem assumia o espaço era seu filho.

“Eu vejo que é a única coisa aqui que realmente anima as vendas. Fora isso, é movimento normal de feira. Tem pessoas de fora mal intencionadas, mas é um evento bom como qualquer outro”, observa.

 

Divergências

Apesar do ambiente saudável e receptivo organizado pela ONG “O Sol Nasce para Todos”, existe aquilo que alguns podem chamar de “conflito de interesses”, tendo em vista que a brincadeira é realizada no dia de Corpus Christi – tradição católica realizada na quinta-feira.

“Cada um age da maneira que é; eles não estão fazendo mal a ninguém. Pra mim, o único problema mesmo é fazer um evento desses no dia de Corpus Christi. Mas, fora isso, eu ajudo com coisas que eles precisam, seja com a bandeira ou mesmo auxílio nos prêmios. Todos os vizinhos aqui ajudam”, relata a moradora Juraci Braga (61), enfermeira aposentada que vive há mais de 10 anos próximo à praça da Cidade Nova VI.

Em resposta ao evento ser realizado no mesmo dia de Corpus Christi, o vice-diretor da ONG Ronaldo Amaral esclarece que a escolha da data foi feita por causa do feriado em si e reforça que em nenhum momento deve ser visto como um sinal de desrespeito.

“Nós não fazemos isso porque é um feriado religioso; não fazemos para desrespeitar. Fazemos apenas porque é um feriado. Se as pessoas vêm prestigiar, é porque elas são imparciais a isso”.

 

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Um evento para todos

O clima de animosidade entre os brincantes contagiou a plateia que vibrou com os arremessos de bola fortes, ousados e precisos. Alguns desses lances, por vezes, chegaram a acertar a multidão que, ou ficava acuada em algum canto de uma barraca ou simplesmente ignorava isso e se preocupava tão somente em acompanhar a disputa.

Aos poucos o público ficou cada vez maior (e com razão) quando, na última partida, Guamá e Pedreira se enfrentaram. Foram três rodadas para definir o campeão: o time da Pedreira. Haja fôlego! Um dos comentários que mais rendeu foi “essa foi a partida de queimada mais longa que eu já vi”.

Com o prêmio em mãos e o discurso feito pelos dois times, por volta das 19h, a 14ª Queimada Gay abriu espaço para suas atrações e passou o microfone para sua apresentadora oficial Sarah D Montserrat que intercalava entre o alívio cômico e discursos de conscientização. As rondas foram feitas ocasionalmente por uma viatura, com três policiais, do 6° BPM.

Texto editado às 15h32 para adicionar as fotos
 

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A INTERNET NÃO É MAIS UM BEBÊ

Posted in Tecnologia, Tentando ser útil with tags , , , , , , on 25/05/2016 by Kyub

Quando dois conhecidos jornais norte-americanos decidiram “colocar pingo em um novo ‘i’”

Por Fernanda Palheta

Foi a essa conclusão que a agência de notícias americana Associated Press (AP) chegou durante a conferência da Sociedade Americana de Editores de Texto (ACES) realizada no mês passado. O anúncio feito pela AP em sua conta oficial no twitter sobre não fazer mais uso do “i” maiúsculo para a palavra “internet” gerou reações positivas e negativas entre seus seguidores. Nesta última terça-feira (24) a decisão foi apoiada pelo jornal The New York Times (NYT). A mudança entra em vigor a partir do dia 1 de junho desse ano.

“Para nós, ela [a palavra “internet”] se tornou comum, como “eletricidade” ou “telefone”. Nunca foi patenteada. Não é nem mesmo um nome próprio. O único motivo de termos aderido ao “i” maiúsculo foi porque era uma palavra nova. Mas, pelo que eu soube, até “fonógrafo” chegou a ser capitalizado”, disse o editor chefe da Associated Press, Thomas Kent.

Entre as decisões tomadas pela AP durante o evento da ACES 2016, destacam-se:

– O uso da palavra “media” agora é reconhecido tanto no plural quanto no singular, dependendo do contexto e significado;

– “Internet” e “Web” vão ser minúsculas em todos os seus usos;

– O uso da palavra “cross-dresser” ao invés de “travesti”.

O editor-chefe acrescenta que algumas pessoas acreditam que a palavra seja um nome próprio e, por conta disso, não enxergam do ponto de vista da geração que já respira o mundo digital. “Para os mais jovens, ela sempre esteve lá; como se fosse água”.

A decisão foi anunciada durante o evento ACES 2016 realizado em Portland, em abril desse ano. Hoje a organização é formada não apenas por estudantes e professores de jornalismo, mas por editores corporativos, agências não governamentais, “freelas”, consultores e escritores.

Eles são como os “pasquales” brasileiros, discutindo formas de padronizar edições de texto e/ou termos para o jornalismo norte-americano. Nesse ano esteve em pauta temas como: diversidade na comunicação, formas de apuração, edição de mídias digitais, “job hunting” e desenvolvimento de carreira.

Só que isso não foi aqui

Ainda que o martelo não tenha sido batido no Brasil, são notáveis as mudanças feitas na comunicação. Saímos do “PH” para o “F”, do impresso para o digital, das ligações telefônicas tradicionais para chamadas de voz e vídeo.

Sem contar alguns questionamentos levantados, como: “estamos amadurecendo ou empobrecendo nosso vocabulário?”, algo que tem sido bem comum após o boom da internet e, consequentemente, das redes sociais.

A palavra “selfie” foi considerada a mais usada em 2013 de acordo com a equipe editorial do dicionário Oxford. No ano passado, foi um “emoji” (um pictograma). Recentemente o microblog twitter decidiu se tornar mais flexível para atrair novos usuários ao fazer com que suas mídias (fotos e vídeos) e menções (o “@”) não fizessem mais parte da contagem dos 140 caracteres. Ou a mudança nos discursos presidenciais com a retomada das mesóclises que rendeu piada.

Mesmo para se adequar ao mundo digital manuais de jornalismo são criados e/ou reformados. A Presidência da República, por exemplo, tem um manual de redação para “uniformizar e simplificar as normas de redação de atos e comunicações oficias”.

Em meio ao caos da internet limitada, Vivo investe em publicidade móvel

Posted in Tecnologia, Tentando ser útil with tags , , , , , , , , on 09/05/2016 by Kyub

 

por Fernanda Palheta

Não tem sido nada fácil gerenciar os perfis virtuais da Vivo nas últimas semanas. Além da já anunciada franquia limitada de internet – que tem gerado não só reclamações e “reclamaço“, mas abaixo assinado e até mesmo uma página no facebook sobre o assunto -, a empresa anunciou nesta segunda-feira, 9, mudanças em sua estratégia de publicidade móvel com a plataforma “Vivo Ads”, que vai contar com “novos produtos e uma nova marca”, além dos formatos de mídia já disponíveis, SMS e MMS. A plataforma está presente na empresa desde 2014 e as mudanças estarão disponíveis a partir do mês de maio.

Entre os produtos do portfólio da telefonia, eles orgulhosamente anunciaram o “Data Rewards”, em que marcas oferecem pacotes de dados para navegação na internet com filmes publicitários, respostas de pesquisas ou instalação de aplicativos. Apesar de se intitularem como os primeiros a oferecerem esse tipo de serviço, alguns jogos de celular já dispõe de semelhante função para que o usuário recolha itens especiais que só seriam possíveis se fosse por meio de pagamento, a exemplo do jogo “Sim City Build”.

Outro anunciado foi o “Dados Patrocinados” que permite que o usuário navegue em sites ou faça uso de aplicativos de determinada marca sem que sua franquia de internet seja descontada, ou seja, o acesso é patrocinado pelo anunciante. “Marcas como Bradesco e Netshoes já utilizam o “Dados Patrocinados” e a operadora está negociando com diversas outras marcas interessadas em usar este formato”, comunicaram.

Apesar do aparente serviço diferenciado em relação às outras operadoras do Brasil, o clima não tem sido muito receptivo com a Vivo após o recente anúncio em tornar limitado o seu serviço de banda larga fixa a preços considerados abusivos.

Concorrente fazendo diferente?

Paralelo aos acontecimentos da empresa que diz possuir mais de 73 milhões de clientes móveis, a Tim tem feito outros tipos de investimentos após recente mudança no seu logotipo que veio amarrado a uma nova proposta com o #FazerDiferente.

Atitudes consideradas nobres até mesmo entre os desconfiados, como liberar o SMS quando foi anunciado o bloqueio de 72 horas do whatsapp – independente do usuário ter ou não saldo em sua conta – ou tornar as primeiras ligações gratuitas de Tim para Tim no dia das mães tem sido a grande aposta da segunda maior operadora com market share no mercado brasileiro. Todas essas mudanças, é claro, não influenciaram em planos e preços que continuam os mesmos.

Tanta coisa e tantos nadas

Posted in Reflexões with tags , , , , , , on 05/05/2016 by Kyub

O começo de 2016 tem sido bem estranho pra mim, de todas as formas. Experimentei muita coisa em tão pouco tempo que eu ainda não tenho certeza do que eu fiz até o momento. Li, joguei, me relacionei, concluí. Ah sim! Concluí meu curso de jornalismo, legal não? Talvez… Experimentar o desemprego não estava nos meus planos. Agora sou uma estatística.

Precisava parar de ficar parada, de acreditar que só enviar currículos e escrever um belo texto no corpo do email iria me ser o suficiente, me deixar mais quieta e de bem com o meu sentimento de culpa. Não tem sido tempos fáceis, seja comigo ou com pessoas próximas a mim. Eu tinha que fazer alguma coisa.

Desde o começo de fevereiro eu me comprometia com os estudos para concursos. No começo foi difícil, bastante! Depois fui aumentando o tempo de estudo e diversificando as minhas leituras. Acordava e fazia uns alongamentos, ajudava com os trabalhos da casa, almoçava e tirava um tempo para me distrair até o horário de sentar e estudar. Foi uma rotina legal, eu estava me acostumando, mas coisas ruins aconteceram e eu desfoquei por completo.

Então, em março, eu apelei para mais exercícios físicos: já não acordava tão cedo como de costume, mas não deixava de me alongar. Fazia o que tinha que fazer em casa, dava um tempo até o almoço para estudar, mas já não me concentrava tanto em algumas disciplinas. Acabei estudando apenas as que eu gostava, tais como direito administrativo, lógica aplicada ou mesmo respondendo prova antiga de jornalismo.

Só que mal davam seis horas e eu já me preparava com alongamentos; com a roupa pronta e os tênis sujos eu saía para caminhar. Comecei fazendo uma hora. Durante uma semana eu caminhei e, na vontade de correr, me segurava porque ainda era muito cedo. Comecei a fazer isso na segunda semana. Segui a minha rotina por quase um mês, mas, por algum motivo, ficou mais insuportável mantê-la.

Agora em maio, recentemente, eu fui a um evento de comunicação, o Publicom. Foi o meu primeiro – e espero que não seja o último. Aprendi muito lá e dentro do tempo que me foi permitido, mas, quanto mais eu me aprofundava naquela imensidão de comunicólogos experientes fazendo networking, espontâneos e amigáveis, mais eu chegava a conclusão de que aquilo não era para mim.

Talvez uma observação um tanto previsível vinda de alguém que queria fazer Design Gráfico, mas, como a turma não fechou, teve que escolher Jornalismo ou Publicidade.

Isso me entristeceu bastante porque eu realmente acreditei que, ao longo do meu curso, eu tivesse nutrido uma amor incondicional por “crises” e “assessoria de imprensa”; inclusive foi o que me motivou a fazer meu tcc sobre crise de imagem nas mídias sociais!

Dito isso, notei que eu precisava tomar alguma atitude. Eu sinto que estou voltando a ficar inerte, apesar de ter dado uma atenção excepcional às notícias recentemente – nunca li tanto, confesso.

Como eu disse, aprendi muito no publicom. Aprendi tanta coisa que eu queria até escrever sobre isso, mas preciso me organizar. Na verdade, preciso colocar em prática as coisas que aprendi. Porque ao mesmo tempo em que eu fiquei triste por me sentir tão deslocada desse mundo jornalístico, me dei conta de que essa é a oportunidade para continuar insistindo nas mudanças que eu tinha começado lááá em fevereiro, quando desisti sem mais nem menos.

Bom, não é mais começo de ano. Fui indicada às formas mais eficientes de estudos e, para não ficar mais parada do que eu já estou, fechei um esquema básico para treinar textos para tv, rádio e jornal – principalmente o rádio, veículo no qual eu tenho certa paixão.

Estão falando tanto desse ano solar, que são tempos de grandes mudanças… Então está na hora de fazer bom uso dele. Agarrar uma bela e generosa xícara de café, separar materiais e meter ficha!

(Ufa! Me sinto até melhor. Acho que eu precisava mesmo “botar pra fora”)

FOTO BOBA: #euamowidgets

Posted in Uncategorized with tags on 28/09/2014 by Kyub

euamowidgetsÉ tão idiota que precisa ser compartilhado, pois a essência é essa!

É nóiz de volta no p2p

Posted in Perfect Dark, Software P2P, Tentando ser útil with tags , , , , , , , , on 12/04/2014 by Kyub

Meu pc quebrou. Eu perdi raws. Parei de alimentar o meu blog de raws por conta disso. Felizmente guardei uns gigas internet à fora. Sabia que o meu pseudo-guia de armazenamento serviria pra alguma coisa. Eu também meio que, ultimamente, tenho me viciado um pouco em shippar Jori and I regret nothing.

 

Recentemente, com o meu estágio aflorando nas últimas semanas, tenho deixado o ragnarok de lado – pois é, tava jogando o TalonRO, muito bom por sinal. Com o fim das provas, experimentei voltar à ativa. Tava cansada de não ter notícias dos meus mangás favoritos, então baixei o Perfect Dark e o Share EX – p2p seus lindos <3.

Eu lembro de ter comentado algo a respeito do Perfect Dark – talvez umas três vezes se contar a postagem do tumblr – mas não me recordo de  ter mencionado o Share EX (?). Aliás, eu o estou usando agora, tá até rodando aqui na máquina, deve ser por isso que a internet tá tão lenta.

Diferente do Perfect Dark, o Share EX me deu certas aversões. Não entendo porque sempre foi complicado configurar esse aplicativo! Até que anteontem eu procurei pelos mesmos guias espalhados por aí para uma última tentativa. Parecia ser simples e pelo visto, é!

share3Eu preparei um arquivo gigante com todos os nodes (um conjunto de números e letras embaralhados correspondentes a um terminal/usuário, responsável pelo sucesso da sua conexão com o mundo Share EX) que eu pude achar, selecionei as triggers (função que me permite fazer uma busca mais apurada do que eu quero) e esperei a minha internet de 5 megas (sim, é pouco pra um aplicativo japonês que, certamente, exige mais) fazer efeito. Experimentei também jogar alguns arquivos na minha pasta de upload porque – reza a lenda – que ter arquivos pra upar aumenta suas chances de busca.

Um aviso:  Não upe nada que não seja um arquivo em japonês! O aplicativo é japonês, você vai encontrar muuuitos arquivos nessa língua – alguns distribuídos ilegalmente, outros não – então não faz o menor sentido jogar para o servidor coisas como “mangá em inglês Vol1” porque isso não corresponde ao sistema. Há trackers internacionais próprios pra isso.

share1Eu poderia fazer algumas considerações ou um tutorial sobre o aplicativo, mas ainda tem coisas que, mesmo lendo nos guias, precisam ser ‘desmitificadas’ pra que eu tenha certeza do que eu tô falando. Ontem experimentei as triggers, hoje eu tenho que explorar os plugins – ou O plugin NodeRefresh.

 

Mas enquanto isso – sabia que é errado iniciar uma frase com o “mas”? :v – eu volto ao meu casebre virtual no Perfect Dark. Como já é de conhecimento de alguns, o PD exige 40 gigas do seu pc, sendo 2 gigas por fora só para o cache. Sem esses 2gb, você vai ter muuuita dificuldade em se conectar no ‘sekai‘ e puxar uma velocidade de conexão boa.

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Tá vendo aí? 2kb no envio e no recebimento. É um lixo no começo! Não posso falar pelo Share EX, mas para o PD você precisa fazer uma troca justa. Esses 2gb para o cache que são pedidos é para facilitar as suas buscas. A dica: upe arquivos para o sistema. Eu baixei umas raws de Strawberry Panic e umas magazines em japonês pra lançar aí. O mesmo aviso dado há pouco sobre o Share EX vale para o Perfect Dark: Não tente upar nada que não sejam arquivos japoneses.

Antes de ter liberado os 2gb pro cachê (entenda que o o ‘unity size‘ corresponde a quantidade de dados que você envia para o sistema. No meu caso, naquele momento eu enviei 300mb, mas isso vai mudar ao passo que você envia mais dados enquanto estiver conectado):

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Depois dos 2gb pro cachê (devo ter feito uns 3gb, é só ver no ‘upload size‘), a minha conexão melhora consideravelmente (na imagem ela tá baixa [veja também o ‘connection sucess’] porque o Share EX tá aberto, mas geralmente se pega entre 120~200kp/s) e as buscas são mais precisas:

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Uma vez os aplicativos configurados, as portas abertas no seu firewall e roteador, tudo fica tranquilo. Depois disso, é só fazer as buscas, achar e baixar! Não experimente jogar ou usar a internet pra outras coisas quando eles estiverem abertos – no meu caso, o Share EX exige muito da banda – porque você vai tomar muitos ‘delays’.

A força da marca: o aplicativo Logo Quiz.

Posted in Tentando ser útil with tags , , , , , , on 02/10/2013 by Kyub

Logo QuizDepois das dores de cabeça com o aplicativo do Facebook (inúmeros crashs e falhas de conexão, sem contar que é insustentável mantê-lo em um celular de pouca memória rs’), procurei outro aplicativo que me ajudasse a matar o tempo sem que eu fosse obrigada a gastar com internet. Experimentei dicionários, guias com listas de expressões em outras línguas e jogos de RPG, mas achei curioso o que um amigo me apresentou esses dias: o Logo Quiz.

O aplicativo consiste em te fazer descobrir o nome de um logotipo, tem vários níveis que você alcança ao decorrer dos logotipos que você acerta e te possibilita gastar os pontos, que você adquire nesses acertos, com direito a três pistas e a resposta, é claro. Você também pode compartilhar o logotipo, que não consegue acertar de forma alguma, com os seus amigos nas redes sociais para eles te ajudarem.

Comecei a jogar e fui analisando coisas bem curiosas. Por exemplo, você percebe a força que a Publicidade tem ao inserir uma “Brand” no mercado. Então eu me lembrei da primeira e única aula de Marketing que tive e o termo “recall” que até hoje não saiu da minha cabeça! (ba dum tss)

E vale destacar: o aplicativo Logo Quiz não é apenas um jogo de memória, isso vai além! Tem toda uma questão econômica e intelectual por trás. A maioria das marcas apresentadas você não vê nos comerciais em TV aberta e até nas TVs por assinatura não é qualquer canal que vai receber marcas fortes como: Gucci, Dolce & Gabbana ou Nina Ricci. Então aí já se discute o nicho; o segmento do mercado a partir das escolhas de canais XYZ, capturando o seu público com sucesso – ou não, já que eu não sei se é esse mesmo o esquema.

De acordo com o Teleco, site que reúne dados dos últimos avanços tecnológicos e dos meios de telecomunicações, as TVs por assinatura foram crescentes de 2010 a 2012 no Brasil e tem se mantido assim até a última análise do segundo trimestre de 2013. A tecnologia que disparou foi a DTH (através de satélites) e a segunda foi a TV a cabo (cabos e fibras óticas). As pessoas estão largando, cada vez mais, a TV aberta porque os preços estão se tornando acessíveis (o preço médio de um pacote básico em 2011 estava em torno de R$44) e nós sabemos que hoje quem tá mandando mesmo no mercado é a classe C, então… ($$).

Os motivos que levam uma pessoa a aderir a TV por assinatura eu desconheço (não pesquisei), mas soube de uma história aí que tem brasileiro assistindo mais TV aberta em canal fechado que eu quase não acreditei (não tem coisa errada aí?).

Isso responde o “questão intelectual” inserido anteriormente, até porque não é qualquer um que vai arriscar deixar de lado a Sessão da Tarde para assistir uma série, documentário ou um filme (tsc, que ideia a minha!).

Agora deixa eu tentar fechar os 6 níveis que eu destravei aqui  porque restam 13, mas ao menos o primeiro tá zerado. Vale a pena baixar o aplicativo. Além de entreter, exercita seus conhecimentos de mercado, sem contar que a aprovação na Play Store tem se consolidado em 5 estrelas. Um feedback perfeito.